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A China apresenta seu primeiro modelo avançado de grande escala para a pesca versão 4.0, oferecendo maior poder computacional para aplicações em setores essenciais.

A Conferência Internacional de Pesca Inteligente e Aquicultura de 2026, organizada pela Universidade Agrícola da China, teve início oficialmente em Pequim. Sob o tema “Impulso Digital · Capacitação Inteligente · Construindo um Novo Futuro para a Pesca Global”, o evento reuniu mais de 400 especialistas e acadêmicos de todo o mundo para discutir oportunidades de colaboração tecnológica e inovação no campo da pesca inteligente.
Durante a cerimônia de abertura, o professor Li Daoliang, diretor do Centro Nacional de Inovação em Pesca Digital da Universidade Agrícola da China, apresentou a nova geração do modelo avançado para pesca — “Fanli Large Model 4.0”. Esse avanço representa um passo significativo no fortalecimento da digitalização e da inteligência na aquicultura em todo o país. Sendo uma versão atualizada do modelo anterior, ele dispõe de capacidade de processamento consideravelmente maior, com escala de parâmetros chegando a 397 bilhões. Ele abrange oito aspectos fundamentais da aquicultura, incluindo qualidade da água, gestão de espécies, uso de ração, saúde animal, processos operacionais, seleção de equipamentos, consumo energético e considerações econômicas. Além disso, integra conhecimentos especializados relacionados a 101 principais espécies aquiculturadas, criando o grafo de conhecimento vertical mais abrangente já desenvolvido nesse setor até o momento.
Além dessa importante atualização do modelo avançado da indústria, a conferência também testemunhou outro marco mundial — o lançamento oficial do primeiro conjunto de dados abertos dedicado à pesca inteligente. Esse conjunto inclui 116.000 imagens juntamente com 698.000 anotações de tarefas, formando uma coleção sistemática e completa de dados visuais e relacionados ao processamento de imagens. Ele oferece uma base de dados sólida para impulsionar o desenvolvimento da pesca inteligente em escala global. Tanto esse conjunto de dados quanto o “Fanli Large Model 4.0” estão agora totalmente acessíveis a pesquisadores e empresas de todo o mundo, permitindo que eles os utilizem, avaliem, colaborem no seu aperfeiçoamento e compartilhem conhecimentos com o objetivo de avançar nessa área.
Em seu discurso de abertura, Chen Wei, acadêmico da Academia Chinesa de Engenharia e reitor da Universidade Agrícola da China, ressaltou que o setor global de pesca e aquicultura enfrenta atualmente inúmeros desafios, especialmente devido às diferenças nos níveis de disponibilidade de recursos e aos diferentes métodos de cultivo em diferentes países e regiões. Ele enfatizou que, mais do que nunca, há necessidade de intercâmbios mais profundos e aprendizado mútuo entre os envolvidos no setor. Disse ainda que a Universidade Agrícola da China continuará promovendo o compartilhamento padronizado de recursos de dados, incentivando inovações colaborativas interdisciplinares e internacionais e focando na formação de talentos especializados, para que mais participantes do setor possam se beneficiar das iniciativas de digitalização e transformação inteligente.
Manuel Barri, vice-diretor-geral e chefe do Departamento de Pesca e Aquicultura da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), também esteve presente na conferência. Ele destacou que a transformação digital desempenha um papel crucial no apoio ao desenvolvimento sustentável da pesca e aquicultura. No futuro, a FAO planeja fortalecer sua parceria com o Centro Nacional de Inovação em Pesca Digital da Universidade Agrícola da China, concentrando-se em três áreas principais: iniciativas de transição azul, soluções digitais para pesca e práticas sustentáveis de pesca. Por meio de avanços tecnológicos, métodos de produção ecológica, implementação em larga escala, desenvolvimento de talentos e compartilhamento global de conhecimentos, essas partes envolvidas buscam criar sistemas de pesca modernos que se caracterizem por uso eficiente dos recursos e medidas robustas de biossegurança.
A conferência, que durou dois dias, incluiu três fóruns especializados: “Dados, Inteligência Artificial e Sistemas de Suporte à Decisão”, “Tecnologia de Sensores, Equipamentos Inteligentes e Robótica” e “Sistemas Integrados de Produção Inteligente e Desenvolvimento Colaborativo de toda a Cadeia Industrial”. Esses fóruns foram criados para estimular a continuidade da colaboração tecnológica e do intercâmbio de conhecimentos dentro da comunidade global de pesca inteligente.
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Em seu discurso de abertura, Chen Wei, acadêmico da Academia Chinesa de Engenharia e reitor da Universidade Agrícola da China, ressaltou que o setor global de pesca e aquicultura enfrenta atualmente inúmeros desafios, especialmente devido às diferenças nos níveis de disponibilidade de recursos e aos diferentes métodos de cultivo em diferentes países e regiões. Ele enfatizou que, mais do que nunca, há necessidade de intercâmbios mais profundos e aprendizado mútuo entre os envolvidos no setor. Disse ainda que a Universidade Agrícola da China continuará promovendo o compartilhamento padronizado de recursos de dados, incentivando inovações colaborativas interdisciplinares e internacionais e focando na formação de talentos especializados, para que mais participantes do setor possam se beneficiar das iniciativas de digitalização e transformação inteligente.
Manuel Barri, vice-diretor-geral e chefe do Departamento de Pesca e Aquicultura da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), também esteve presente na conferência. Ele destacou que a transformação digital desempenha um papel crucial no apoio ao desenvolvimento sustentável da pesca e aquicultura. No futuro, a FAO planeja fortalecer sua parceria com o Centro Nacional de Inovação em Pesca Digital da Universidade Agrícola da China, concentrando-se em três áreas principais: iniciativas de transição azul, soluções digitais para pesca e práticas sustentáveis de pesca. Por meio de avanços tecnológicos, métodos de produção ecológica, implementação em larga escala, desenvolvimento de talentos e compartilhamento global de conhecimentos, essas partes envolvidas buscam criar sistemas de pesca modernos que se caracterizem por uso eficiente dos recursos e medidas robustas de biossegurança.
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