Boston Dynamics e ex-CEO se unem para aumentar o aprendizado de Atlas Robot

A Boston Dynamics anunciou grandes novidades na quarta-feira — eles estão se unindo ao Instituto de Robótica e IA (RAI Institute) para turbinar as capacidades de aprendizado de seu robô humanóide elétrico Atlas. Essa colaboração está totalmente focada em mergulhar fundo no aprendizado por reforço, uma técnica que é meio como aprender por tentativa e erro, bem parecida com a forma como nós, humanos, e os animais adquirimos novas habilidades. O RAI Institute, que antes era chamado de The Boston Dynamics AI Institute, foi criado em 2022 por Marc Raibert, o mesmo fundador da Boston Dynamics e que liderou a empresa como CEO por 30 anos. Raibert, ex-professor do MIT, agora usa o Instituto para continuar expandindo os limites da pesquisa que lançou as bases para a Boston Dynamics.
Ambas as organizações têm uma conexão com a Hyundai. A gigante automotiva coreana adquiriu a Boston Dynamics em 2021, e também é quem financia o Instituto. Essa estrutura dá a Raibert a liberdade para explorar tecnologias bem inovadoras e de ponta que talvez não fossem viáveis em um ambiente comercial típico. É um pouco como o que a Toyota fez com o Toyota Research Institute (TRI), que recentemente se uniu à Boston Dynamics para trabalhar em modelos de comportamento de grande escala (LBMs).
Essas parcerias têm como objetivo tornar o Atlas elétrico da Boston Dynamics mais habilidoso em aprender novos truques. O acordo com o RAI Institute foca especificamente no aprendizado por reforço, que pode consumir muito tempo, mas ficou bem mais eficiente graças a simulações que permitem executar vários processos ao mesmo tempo em um mundo virtual.
A colaboração entre a Boston Dynamics e o RAI Institute começou no início deste mês em Massachusetts. É o mais recente de uma série de projetos conjuntos, incluindo um em que trabalharam juntos em um kit de pesquisa de aprendizado por reforço para o robô Spot da Boston Dynamics, aquele que parece um cachorro. O novo foco está em aplicar o que aprendem nas simulações ao mundo real, além de descobrir como fazer o Atlas se mover e interagir melhor em espaços físicos.
Quando se trata disso, a Boston Dynamics está falando sobre coisas como "corrida dinâmica e manipulação de corpo inteiro de objetos pesados". Esses são os tipos de movimentos que exigem que pernas e braços trabalhem juntos. O design bípede do humanóide traz seus próprios desafios e oportunidades, diferentes do que enfrentam com o Spot. Além disso, tudo o que o robô faz precisa lidar com uma série de forças, como equilíbrio, resistência e movimento.
Em uma declaração, Raibert disse: "Nosso objetivo no RAI é desenvolver tecnologia que capacite futuras gerações de máquinas inteligentes. Trabalhar no Atlas com a Boston Dynamics nos permite avançar no aprendizado por reforço em, provavelmente, o robô humanóide mais sofisticado disponível. Esse trabalho terá um papel crucial em avançar as capacidades dos humanóides, não apenas expandindo seu conjunto de habilidades, mas também simplificando o processo para alcançar novas habilidades."
Essa notícia vem logo após o fundador e CEO da Figure AI, Brett Adcock, anunciar que eles estão abandonando a parceria com a OpenAI para focar na construção de seus próprios modelos de IA internamente. Adcock disse ao TechCrunch: "Descobrimos que, para resolver a IA incorporada em escala no mundo real, é necessário integrar verticalmente a IA do robô. Não podemos terceirizar a IA pelo mesmo motivo que não podemos terceirizar nosso hardware." A Figure descobriu que a melhor IA para seus robôs humanóides é aquela que eles desenvolvem internamente, adaptada especificamente para suas necessidades. A abordagem da OpenAI para inteligência incorporada, dado seu tamanho e foco no ChatGPT, simplesmente não estava funcionando para a Figure. E, para aumentar o drama, há rumores de que a OpenAI pode estar considerando desenvolver seus próprios robôs humanóides.
A maioria das empresas no ramo dos robôs humanóides está desenvolvendo seus próprios modelos especiais de IA. Isso é definitivamente verdade para a Boston Dynamics, com suas décadas de experiência em criar software para seus robôs únicos. Embora o RAI Institute seja uma entidade separada, eles compartilham uma empresa-mãe, um fundador e, provavelmente, objetivos semelhantes.
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Comentários (37)
Finally, they're using RL to teach Atlas new tricks! This collab sounds promising, but I'm curious about how they'll handle real-world unpredictability. Hope they share some demo videos soon! 🦾
これはちょっと怖いかも... Boston Dynamicsのロボットがさらに賢くなるってこと?🤔 アトラスが自律的に学習する未来を想像すると、興奮と不安が入り混じるな。人間を超える日が来るんだろうか?
¿Por qué siguen perfeccionando robots que ya parecen sacados de una peli de terror? 😅 Entre Atlas haciendo parkour y esto, pronto tendremos que correr más rápido que ellos... ¿Alguien más piensa en Skynet o soy solo yo?
This Atlas robot upgrade sounds wild! Boston Dynamics teaming up to boost its learning with reinforcement techniques is like giving it a brainpower shot. Can't wait to see what crazy skills it picks up next! 🤖
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Lar






